CIDADES HISTÓRICAS MINEIRAS


SABARÁ

Sabará está na região metropolitana da capital.
Mais de 300 anos de história podem ser considerados, desde o início da povoação de Sabará.
O povoamento da região inicia-se pelos idos de 1675, a partir da bandeira paulista de Fernão Dias Paes à região.
De carro:  de Belo Horizonte a Sabará são apenas 23 quilômetros de carro.. Para quem sai de São Paulo o caminho é pela BR 381(Rodovia Fernão Dias) até Belo Horizonte. No anel rodoviário da capital pegar as indicações para Sabará. Do Rio de Janeiro, seguir pela BR040 até Belo Horizonte. Já na chegada à capital pegar o anel rodoviário, sentido Montes Claros. Daí em diante seguir as indicações para Sabará, sem passar por dentro de Belo Horizonte.
De ônibus:  Belo Horizonte-Sabará: Linha 5509 ou 1059 - Pontos na Rua Rio de Janeiro e na Rua dos Caetés (centro de BH).

Atrações Turísticas:
TEATRO MUNICIPAL

O Teatro Municipal de Sabará, antiga "Casa de Ópera" foi construído na primeira metade do século XIX, por meio de ações de uma sociedade anônima. O conjunto dá tal idéia de leveza e fragilidade que se tem a impressão de ser  quebrar ao toque dos dedos. O “teatrinho”  ainda conserva até hoje uma excelente acústica.
Grandes elencos passaram por esse Teatro, em noites memoráveis. Barões e baronesas, condes, marquesas, o Senhor Intendente do Ouro, o Ouvidor da Comarca, e a graciosa presença das tímidas e pálidas donzelas casadoiras...
Este teatro viveu em 1831 grandes momentos, quando recebeu o Imperador D. Pedro I em companhia da Imperatriz Dona Amélia.
Sua Majestade, percebendo que o povo estava descontente com sua atitude diante das exigências de Portugal, viera pessoalmente reconquistar a gente das Minas. Conta-se que o Imperador, recebido friamente, ao se mostrar em frente do camarote foi saudado com o clássico: "Viva o Imperador D. Pedro I". Mas alguém acrescentou: "Enquanto for constitucional", logo acompanhado por outras vozes..

MUSEU DO OURO
Telefone: (31) 3671-1848
           
 A construção abrigou a antiga Casa da Intendência e Fundição da Vila Real de Nossa Senhora da Conceição do Sabará. Construída em adobe e pau a pique por volta de 1730, serviu como residência aos Intendentes e posto de cobrança de impostos sobre a extração do ouro na região.
Todo o pavimento térreo era ocupado pelos serviços de pesagem, quintagem, fundição e cunhagem do ouro, além da expedição de documentos comprobatórios do pagamento do "quinto", enquanto parte do segundo pavimento era usada como moradia.
Entre as peças em exposição, estão: mobiliário, prataria, imaginária em madeira com policromia e ouro, tais como a imagem de Sant'ana Mestra, atribuída a Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. Almofariz de 1771, com as armas da Coroa Portuguesa e antiga prensa de cunhar barras de ouro, datada em 1670.
                                                 
 

IGREJA N. SRA. DO Ó


                       
A Capela de Nossa Senhora da Expectação do Parto está localizada no Largo Nossa Senhora do Ó, antigo Arraial do Tapanhoacanga, construída a partir de 1717.
Na semana que antecede o Natal reza-se a novena cuja antífona reúne invocações dirigidas ao Messias:
Ó Sabedoria ...; Ó Adonai ...;
Daí o nome Nossa Senhora do Ó.
O aspecto exterior, de linhas singelas, do 3º período do Barroco - fronstispício chanfrado - não condiz com o interior, ricamente decorado. Motivos orientais predominam na ornamentação.
Autêntica jóia de arte barroca do Século XVIII. Construída de "taipa e pau-a-pique", tem seu interior em madeira, cedro e ouro. Nas paredes laterais existem quatorze painéis, com pinturas figurativas alusivas ao nascimento e à infância de Cristo.

CHAFARIZ DO KAQUENDE

                                     
O Chafariz do Kaquende, edificado no ano de 1757, todo construído em pedra, é um conjunto singelo, mostrando ao alto das bicas, precioso trabalho de escultura em pedra no qual se destacava a coroa imperial, criminosamente mutilada por fanáticos, ao que consta, quando da Proclamação da República.
Abaixo dessa coroa, pintadas sobre a pedra do medalhão, as armas imperiais ainda são visíveis.
A água do Kaquende vem canalizada até as bicas, apresentando uma limpidez imutável, mesmo no tempo das chuvas, e mantém-se sempre na mesma temperatura, sob quaisquer circunstância atmosféricas.
É uma água oligomineral, contendo elementos que se combinam harmoniosamente, segundo análises rigorosas já procedidas.
Dizem que: "Quem dela beber, voltará sempre a Sabará".





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